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QUEBRA DE PARADIGMAS DA FICÇÃO PARA A REALIDADE

Desde sempre nós somos bombardeados através de filmes, livros e outros meios de comunicação, de como a nossa tecnologia evolui ou pode evoluir. Nestas obras de ficção somos a todo momento desafiados, através do exercício da imaginação, a quebrar vários paradigmas de como nós entendemos o mundo hoje, e de como pode ser este mesmo mundo (ou outros mundos, como por exemplo outros planetas) num futuro próximo.

Como exemplo podemos citar obras de ficção consideradas a frente do seu tempo, como Admirável Mundo Novo de Aldous Hurxley, que mesmo lançado em 1932, já previa a nossa atual relação com o mundo e a nossa privacidade. Podemos citar também obras mais recentes como De Volta Para o Futuro, onde o diretor previu o cinema 3D e a projeção holográfica numa época onde isso era considerada apenas uma realidade muito distante.

Mas o que essas obras têm em comum com a nossa atual relação de trabalho e o mundo corporativo? O que podemos tirar de lição de autores, diretores e escritores que foram

considerados visionários em suas épocas? Eles precisaram se despir de todos os paradigmas que estavam impregnados na sociedade os quais eles viveram e tiveram que se posicionar com distância do objeto ao qual eles queriam retratar, neste caso, a própria sociedade.

Para as atuais relações de trabalho, como poderíamos imaginar uma quebra de paradigma que rompe determinadas verdades consideradas absolutas, apoiada na tecnologia? Podemos fazer um exercício, por exemplo, e imaginar, apoiando-se em recursos tecnológicos, uma empresa onde ela é auto gerida através de dados obtidos ou pré estabelecidos por um CEO,

e que através das informações geradas pela equipe, e informações geradas pelo próprio desempenho, onde a partir destes dados, se possam traçar metas que todos os dias possam ser atualizadas, baseados no retorno de resultados, e que a partir desses dados possa se traçar um cronograma de tarefas automaticamente, disparo de mensagem dando o start dessas tarefas, analisar os pontos de atenção reportados pelos próprios envolvidos naquele projeto e assim reorganizar as o escopo de tarefas de uma maneira automática, baseados no tempo de execução e nos pontos de atenção gerados pelos próprios envolvidos.

Podemos usar esta mesma argumentação de autogestão de tarefas, no momento do reporte dos resultados, seja para o CEO ou até para o proprietário do empreendimento, pois todos os dados, tarefas, pontos de atenção, aferição de rendimentos, estarão disponíveis nesta mesma plataforma pois estas mesmas informações dispostas para a autogestão também servem para aferir o andamento das tarefas das equipes. Sendo assim os líderes estarão, CEOs, donos de empreendimentos, estarão focados na expansão das suas empresas, pensando estrategicamente, e cuidando apenas das questões de capital humano, com metas bem estabelecidas e principalmente, muito bem acompanhadas.

Agradeço por você ter ficado até aqui comigo.

Grande Abraço!

Raphael Oliveira

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